Resultado de Aprovação em Bolsa de Estudo

Confira aqui como e onde consultar o resultado do Sisu 2019,
bem como outras informações, referentes a inscrições, matrícula, cotas
cronograma.
O Sisu – Sistema de
Seleção Unificada foi criado pelo MEC – Ministério da Educação e sua primeira
edição foi realizada em 2010.  Seu papel
é selecionar estudantes para ingresso nas instituições públicas de ensino
superior participantes do sistema. Atualmente a maior parte das vagas em
Universidades e Institutos Públicos, Federais e Estaduais, é oferecida através
do Sisu.
Podem concorrer às vagas do Sisu 2019 somente os candidatos
que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio – Enem 2018, que será
realizado no mês de outubro em todo o país. Além de participar do exame é
necessário obter nota superior a zero na redação do exame.
São realizados anualmente dois processos de seleção do Sisu,
sendo um no primeiro e outro no segundo semestre. Ambas as seleções no ano de 2019
utilizarão os desempenhos obtidos pelos candidatos no Enem 2018.
A primeira seleção acontece em janeiro, para ingresso no
primeiro semestre letivo das instituições participantes. As inscrições do Sisu 2019
serão efetuadas exclusivamente pela internet, em seu site oficial, no endereço,
logo após a divulgação dos resultados do Enem 2018.
Para efetuar inscrição o candidato deve informar número de
inscrição e senha cadastrados no exame. Em caso de perda destes dados será
possível recuperá-los facilmente através do site oficial do Enem/INEP (Veja como
se inscrever no Sisu 2019).

Como consultar o Resultado?

Após o término do período de inscrições que é divulgado e
disponibilizado aos estudantes o resultado do Sisu 2019,
em uma única chamada regular, pelo próprio site oficial.
Os estudantes pré-selecionados na primeira chamada terão que
observar o prazo estabelecido pelo cronograma para apresentação de documentos
exigidos e efetivação de matrícula nas instituições.
Quem não for chamado nesta chamada deverá se inscrever para
participar da Lista de Espera, também no site oficial.
A partir da segunda chamada as convocações serão realizadas
pelas próprias instituições participantes.
Para consultar o resultado do Sisu 2019 basta acompanhar o
site das instituições, que divulgam a lista dos aprovados, ou no site oficial
do Sisu, tendo em mãos número de inscrição e senha do Enem 2018.

Detran-RJ reduz preço da nova placa Mercosul em R$ 25

Ser aprovado na prova do Detran é somente o primeiro passo
para que você consiga seu documento de habilitação, e por isso que a gente tem
que estudar e se preparar para a mesma, ainda mais porque as questões são
justamente as que vemos durante o curso, então não tem segredo. Mas o ruim de
não ser aprovado é que a gente acaba prolongando mais o processo, e o que já
era demorado fica ainda mais também. Então a gente tem que dedicar um tempo
para poder estudar. Mas o que ajuda muito são os simulados da prova do Detran.
No Rio de Janeiro, você deverá arcar com todas suas obrigações
como motorista, mantendo o Seguro
DPVAT RJ
, IPVA e Licenciamento do Veículo em dia, para não ter complicações
futuras.

Simulado Detran RJ

Todos os Detran’s dos estados brasileiros possuem um
simulado diferenciado, e isso é oferecido para que a pessoa possa estudar e se
preparar de forma gratuita ainda. Hoje veremos amis sobre o Simulado Detran RJ,
quem mora nesse estado vai saber como acessar esse documento para poder estudar
e se preparar da melhor maneira possível. E assim evitar reprovações, que
ninguém quer isso, não é mesmo?
Esse simulado é bem parecido com o da prova, por isso que compensa
muito você estudar e se preparar com base nele também. Saiba que você faz ele
online, para isso tem o site do Simulado online casino Detran RJ que fica no
próprio site do Detran, mas em uma parte exclusiva para isso.
As perguntas são feitas e você tem as respostas, são 30
perguntas, semelhante a prova real mesmo, depois você conclui e vai na opção de
correção, e os acertos e os erros já saem na hora para você, portanto, saiba
que vale a pena consultar esse serviço sempre. Porque ele é a melhor maneira
para que possamos estudar e se preparar também.
Segue o site para você fazer o Simulado Detran RJ: www.simulado.detran.rj.gov.br
e consultar as informações dos seus impostos, como o DPVAT 2019.
As questões são bem semelhantes a prova mesmo, e tem
questões sobre todos os assuntos, e no final tem o resultado de quanto você
tirou, e isso é importante para que você saiba a quantidade de erros e de
acertos também. Por isso fique por dentro desse novo recurso. Antes a gente não
tinha simulado do Detran para estudar não, e hoje a gente tem e ainda pode
fazer online, sem nenhum custo.
Então não tem porque você não estudar e não se preparar para
o mesmo. Depois que você é aprovado nessa parte escrita depois vem a parte de
fazer aulas, que também é demorado e importantíssimo para você fazer a prova
final para pegar seu documento de habilitação também. O simulado no site do
Detran você pode acessar de onde estiver e também quando quiser, por que não
tem nenhum custo para isso, hoje em dia sabemos que temos muitos benefícios por
causa da internet, e um deles é esse, você pode estudar e ainda fazendo
questões bem semelhantes a prova também.

Saiba quanto você precisa tirar no Enem para ganhar bolsa

O Programa Universidade para Todos – Prouni 2019 é um programa do Ministério da Educação que oferece bolsas de estudos gratuitos e parciais para estudantes que ainda não concluíram a graduação, em instituições privadas de ensino superior. O programa foi criado em 2005 ainda pode ser integrado com o Sisu – Sistema de Seleção Unificada – para aumentar as chances de o participante conseguir uma bolsa de estudo.

O Prouni 2019 é destinado para estudantes brasileiros que não possuem ainda um diploma de ensino superior, e que atenda um dos seguintes requisitos: ter concluído o ensino médio em uma escola pública;
Possuir alguma deficiência; ser professor da rede pública de ensino.

Na hora das inscrições Prouni é possível escolher qual vai ser o tipo de vagas que o participante deseja concorrer, sendo as opções: processo regular e o de ocupação das vagas remanescentes Prouni 2019. O processo seletivo funciona de duas maneiras, dependendo da opção que o participante escolheu no momento da inscrição, que são feitas exclusivamente através da web, no sistema do programa.

Acompanhe nos artigos abaixo tudo sobre o Programa Universidade para Todos e tire todas dúvidas de como funciona todo o processo para concorrer a uma vaga na universidade dos seus sonhos.

Inscrição Prouni

O programa ProUni nasceu em 2005, originado através da lei nº 11.096, com o objetivo de garantir bolsas integrais e parciais para estudantes que desejam ingressar em uma instituição privada de ensino superior. Um dos requisitos básicos para se inscrever no programa é ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio a partir de 2010, e ter obtido um resultado Prouni 2019 maior do que 450 na média geral e uma nota superior a 0 na redação.

Caso o participante de encaixe em uma das características descritas abaixo, ele poderá concorrer a bolsas parciais de 50% através do programa:

  • Ter concluído o Segundo Grau (ensino médio) em uma instituição pública de ensino;
  • Ter concluído os estudos participantes em escolas públicas e privadas;
  • Possuir alguma deficiência incapacitante;
  • Ser professor da rede pública de ensino.
  • Para concorrer às bolsas integrais, o participante deverá ter uma renda familiar mensal bruta de até 1 salário-mínimo e meio por pessoa e deverá informar logo no início das inscrições Prouni 2019. O programa é muito importante para quem deseja ingressar em uma universidade particular e não tem condições financeiras para financiar o sonho.

Um espaço com dicas de saúde, mercado profissional e educação em Brasília

Em 1931, a profissão de farmacêutico foi regulamentada no Brasil. Desde então, apenas aqueles que possuem diplomas em instituições de ensino oficialmente reconhecida pelo MEC podem exercer a profissão.

A configuração atual do campo de atuação do farmacêutico direciona a Faculdade LS à estruturação de um curso voltado para a formação do generalista, humanista, crítica e reflexiva, preparando-o para exercer a profissão em todos os níveis de atenção à saúde, com base no rigor científico e intelectual. Busca, assim, capacitá-lo ao exercício de atividades referentes aos fármacos e aos medicamentos, às análises clínicas e toxicológicas e ao controle de qualidade de alimentos (físico-químicos e microbiológicos).

O farmacêutico da Faculdade LS também estará apto a atuar em farmácia de manipulação, dispensação hospitalar e homeopática, bem como em indústrias de medicamentos, cosméticos, saneantes, fitoterápicos, atuando nas áreas de desenvolvimento, produção, registro, controle de qualidade (físico-químico e microbiológico), supervisão de desenvolvimento, administração e pesquisa e em indústria de alimentos na área de controle de qualidade.

Realize um curso na área de atuação que você deseja, e caso não haja condições de arcar com seus custos busque por programas educacionais que possam te ajudar nesse aspecto, como o Educa Mais Brasil, que fornece bolsas de estudos de até 70% em diferentes níveis de ensino.

Caso você não se enquadre nos requisitos desse programa, poderá participar também de outros, como o Quero Bolsa 2019, o qual fornece bolsas de até 75%. Você deverá escolher a melhor opção.

Ainda poderá atuar nas diversas áreas das análises clínicas (bioquímica, toxicológicas, parasitológicas, microbiológicas, hematológicas, perícias forenses, controle terapêutico e pesquisa).

As oportunidades na carreira da farmácia nos serviços governamentais em nível federal incluem cargos no serviço militar, no serviço de saúde pública e na Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos em Saúde – REBLAS, na ANVISA seu maior empregador público, e em agências de serviço civil, como laboratórios de referência credenciados pelos Ministérios da Saúde e da Agricultura.

Nos níveis estaduais e municipais, desenvolvendo programas para aquisição, distribuição e utilização de medicamentos em vários departamentos ou agências de saúde e bem-estar social, agências de pesquisa e regulamentação e ainda, nos conselhos estaduais de farmácia.

O farmacêutico do futuro está centrado nas mais diversas áreas de atuação, como por exemplo, a atenção farmacêutica, responsável pela terapia de medicamentos, objetivando alcançar resultados clínicos que melhorem a qualidade de vida do paciente, atuando com outros profissionais para promover a saúde, prevenir as enfermidades e estabelecer, monitorar, iniciar e modificar o uso de medicamentos para garantir que os tratamentos sejam seguros e eficazes.

O Piso Salarial do farmacêutico atuante no Distrito Federal tem variação de acordo com a carga horária trabalhada. Profissionais que trabalham por 8 horas diárias/40 horas semanais possuem o salário de R$ 2.926,58.  Já os farmacêuticos que possuem carga horária diferenciada recebem: R$ 1.159,45 + 8,70 por hora trabalhada até o limite de 40 horas semanais.

Grande notícia para os concurseiros

Concurso TRE BA 2019: Mais uma grande notícia para os concurseiros que procuram um concurso que possibilite um bom salário, benefícios e estabilidade no emprego. De acordo com os últimos acontecimentos, tudo leva a crer que ainda no início do ano de 2019 seja lançado o Edital do Concurso do Tribunal Regional Eleitoral.

Um fator que indica estar bem próxima a publicação do Edital do Concurso TRE BA 2019 são as informações obtidas junto ao setor de Recursos
Humanos do Órgão que confirmam a inclusão da seleção no Projeto de Lei Orçamentária do próximo ano.

Além disso, uma lei sancionada em 2015, visando ampliar os quadros da Justiça Eleitoral, criou 8 novos cargos nas funções de Analista e Técnico a serem lotados no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia. Existem, também, aproximadamente 50 cargos vagos a serem preenchidos pelos candidatos aprovados no próximo concurso do TRE – BA.

Embora não esteja confirmado o número de vagas que serão disponibilizadas para o concurso, já está certo que O Concurso do TRE BA 2019 oferecerá oportunidades para as funções de Técnico Judiciário – área administrativa, Analista Judiciário – área judiciária e Analista Judiciário – área administrativa.

Candidatos que pretendem concorrer a uma das vagas para o cargo de Técnico Judiciário precisam ter apenas a formação no Ensino Médio. A remuneração inicial é de R$ 6.164,92.

Já para os candidatos que visam vagas para os cargos de Analista é necessário que tenham formação superior, sendo que o cargo de Analista Judiciário – na área judiciária exige graduação em Direito e o cargo de Analista Judiciário – área administrativa, a exigência é a graduação em qualquer área do conhecimento. A remuneração para ambos os cargos de Analista é de R$ 9.602,97. Para os três cargos que serão disponibilizados no Edital a carga horária é de 40 horas semanais.

As taxas de inscrição para O Concurso TRE BA 2019 já estão definidas, sendo de R$ 90,00 para o cargo de Técnico e R$ 110,00 para os cargos de analista.

O último concurso realizado pelo Tribunal Regional da Bahia foi em 2009. Organizado e realizado pela Cespe UnB, a seleção ofereceu 24 vagas para o cargo de Técnico e 09 vagas para o cargo de Analista, totalizando 33 vagas. Porém, ao consultar o site do Tribunal Regional do Estado da Bahia pode-se constatar que, mesmo sendo reduzido o número de vagas iniciais oferecidas no Edital, houve a convocação de 234 servidores.

O candidato que pretende iniciar os estudos antes mesmo da publicação do Edital visando uma das vagas do Concurso TRE BA 2019 é recomendado que busque no Edital dos últimos concursos do TRE – BA o conteúdo programático cobrado. Geralmente, a matéria é a mesma, mudando apenas o grau de
dificuldade de algumas questões.

No concurso anterior, as provas objetivas cobraram as disciplinas: Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico, Noções de Informática, Noções de Direito constitucional, Noções de Direito Eleitoral, Noções de Direito Civil, Noções de Direito Administrativo, Noções de Direito Processual Civil, Noções de Administração Pública, Noções de Arquivologia, Normas aplicáveis aos Servidores Públicos Federais e Regimento Interno do Tribunal.

Processo Seletivo para Curso Superior de Dança em Brasília

O Instituto Federal de Brasília (IFB) Campus Brasília abre na segunda-feira, 09 de outubro, as inscrições para o Processo Seletivo
para o Curso Superior de Graduação de Licenciatura em Dança. O curso ofertado é destinado aos candidatos que tenham concluído o Ensino Médio e ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio dos anos de 2014 ou 2015 ou 2016.

A inscrição online será realizada pelo site eletrônico do IFB https://processoseletivo.ifb.edu.br/), a partir das 10h do dia 09 de outubro, até às 18h do dia 23 de outubro de 2017, fazendo o login utilizando CPF e senha, caso seja cadastrado. Se o candidato não estiver registrado, deverá efetuar o cadastro clicando em ‘Estou com problemas!’ E depois clicar em ‘Criar uma conta’.

Sabe-se que muitas pessoas não têm condições de realizar o pagamento de cursos, por isso, existe o programa Educa Mais Brasil que fornece bolsas de estudos de até 70% para você realizar o curso que tanto deseja.

Para participar basta realizar a inscrição Educa Mais Brasil 2019 no site oficial do programa e escolher o curso que deseja.

Ao efetuar a inscrição, o candidato deverá ficar atento ao Edital e se certificar de que preencheu todos os requisitos exigidos para a participação no processo seletivo. Em seguida o participante será solicitado a participar do Teste de Habilidades Específicas, entre os dias 09 a 23 de outubro de 2017.

A seleção para o curso será realizada por ampla concorrência e reserva de vagas para pessoas com deficiência e autodeclarados pretos, pardos ou indígenas. O período de matrículas para a 1° chamada, será realizado no dia 19 a 22 de dezembro. Para a efetivação da matrícula todos os candidatos deverão apresentar original e cópia dos seguintes documentos:

  • Documento de identificação válido e com foto (Carteira de identidade; Carteiras de Registro Profissional; Carteira de Trabalho ou Passaporte);
  • Certidão de Nascimento ou Casamento;
  • Comprovação de quitação eleitoral para os candidatos maiores de 18 anos: comprovante de votação da última eleição ou declaração de quitação com a Justiça Eleitoral (www.tse.jus.br/);
  • Certificado ou histórico escolar de conclusão do Ensino Médio;
  • Duas fotos 3×4 idênticas e recentes;
  • CPF – Cadastro de Pessoa Física, se não estiver na carteira de identidade;
  • Comprovante de residência;
  • Certificado de reservista ou de dispensa de corporação, para maiores de 18 anos do sexo masculino (Obs.: O candidato com idade igual ou superior a 45 (quarenta e cinco) anos completos está dispensado da apresentação do documento).
  • Declaração (de próprio punho) afirmando que, na condição de estudante, não ocupa, simultaneamente, no curso de graduação, outra vaga em\ instituição pública de ensino superior em todo o território nacional;
  • Atestado médico, com até 90 dias de expedição, afirmando estar em perfeitas condições de saúde física e apto à prática de atividades físicas sistemáticas.

Mais de 44 mil condutores estão com CNH vencida

O usuário que deseja tirar sua habilitação precisa ter conhecimento do simulado DETRAN SP. Através deste teste é possível se preparar para a prova original. Para quem vai tirar sua CNH o simulado DETRAN SP é uma maneira de se preparar para o exame. Para saber como funciona veja a seguir.

Entre as etapas para tirar sua carteira de habilitação o candidato precisa passar pela prova teórica.

Este teste cobra para que o aluno acerte pelo menos 21 questões. Veja como é o processo.

➥ Acesse mais e confira
Simulado MG 2019
DPVAT 2019 SP

Quesitos para tirar a carteira de habilitação

Para poder conduzir um veículo automotor será verificado se o mesmo possui aptidão. Deste modo, para ter a carta é preciso preencher os
seguintes requisitos:

  • Apresentar carteira de identidade e CPF.
  • Saber ler e escrever;
  • Ser penalmente imputável.

Para a habilitação o candidato vai submeter a alguns exames feitos pelo órgão executivo de trânsito que são:

  • Aptidão física e mental;
  • Escrito, sobre legislação de trânsito, noções de primeiros socorros, direção defensiva, noções de proteção e respeito ao meio
    ambiente e de convívio social no trânsito, funcionamento de veículos 02 ou mais rodas, de acordo com CONTRAN;
  • Direção veicular, em via pública conforme a categoria do veículo que estiver tirando a habilitação.

Simulado de prova teórica para habilitação

Através dos testes é possível treinar para a prova do DETRAN. Deste modo, é utilizado o simulado para que o aluno tenha uma base de como é o processo.

Para a prova teórica são apresentadas 30 questões na qual são geradas conforme o banco de dados do DETRAN. Em cada pergunta somente uma é a alternativa correta.

A classificação ocorre se o aluno acertar 70% destas questões, ou seja, 21 questões.

As matérias avaliadas são compostas pelos seguintes temas: placas de trânsito, primeiros socorros, direção defensiva, noções de mecânica
básica, normas de circulação e conduta, multas de trânsito.

Aprenda a fazer o simulado DETRAN SP

O simulado DETRAN SP não está disponível neste estado, no entanto, o aluno ainda pode se preparar para a prova teórica por meio dos
simulados dos outros estados.

Estes simulados podem ser feitos gratuitamente, e pode servir para quem está tirando a carteira de habilitação, ou então para quem
está no processo de renovação carteira.

As questões são definidas aleatoriamente pelo próprio site do DETRAN de cada estado, portanto, todos são oficiais e podem cair na prova original. Para responder as questões, basta seguir, as orientações de cada página.

Pagamento em cota única de Imposto Automotivo

Final de ano, as pessoas planejam viagens, festas e se envolvem em eventos descontraídos que geram, muitas vezes, gastos financeiros imprevisíveis ou são apanhadas por situações/problemas que não podem ser adiados.

Então, a dica é economizar mais e planejar, sempre de forma que sobre um dinheiro para cobrir as despesas imprevistas que venham surgir. E, avaliando essa hipótese, uma das economias que o contribuinte, principalmente do estado de São Paulo, deve aproveitar é o desconto de 8% oferecido no pagamento da cota única no valor do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Este desconto é proveniente do decreto assinado pelo governador Luiz Fernando Pezão e publicado na última sexta-feira no Diário Oficial. O pagamento do IPVA 2019 poderá ser feito em todos os bancos e pela internet. A Guia para Regularização de Débitos (GRD) estará disponível ao público pelo endereço eletrônico da Secretaria da Fazenda e do banco Bradesco, em data que ainda será divulgada.

Outra notícia boa é que as dívidas de IPVA São Paulo contraídas até 2019 poderão ser quitadas sem juros e multas, com opção de pagamento em até três vezes. Porém, essa medida só é válida para débitos que não estejam inscritos na dívida ativa do estado do Rio de Janeiro.

Este incentivo busca oferecer ao contribuinte a oportunidade de quitar suas dívidas e começar um ano novo com mais perspectivas de investimentos e planejamentos em relação aos deveres sociais pertinentes.

Diante desta iniciativa do estado de São Paulo acerca do Decreto assinado para o desconto do IPVA do ano de 2019, poderiam, a partir de então, surgir outros projetos que facilitem o pagamento de impostos, pois, é através de arrecadações que são oferecidos aos cidadãos melhorias para seus municípios.

No entanto, é necessário que tenhamos a consciência da prática do dever para que saibamos cobrar os direitos como cidadãos participativos e imbuídos na busca de uma vida melhor para todos. A dica é aproveitar a oportunidade e começar o ano novo bem.

A filosofia da liberdade em Red Dead Redemption

Red Dead

Com sua origem no ano de 1947, os jogos de videogame são, de todas as artes, a mais jovem e subestimada. Muitos sequer os colocam neste patamar, sendo erigidos a uma condição de mero lazer (como se este não fosse um objetivo da arte), por um número elevado de razões cuja dissertação fugiriam do escopo deste artigo. A despeito deste menosprezo, não são poucos os jogos que conseguem vislumbrar qualquer indivíduo que os joguem, através de uma combinação de refinamento estético e uma abordagem narrativa madura. Um dos muitos exemplos é Red Dead Redemption, um jogo muitas vezes acusado de ser uma ode ao individualismo e propaganda da ideologia libertária.

Injustamente sendo referido como “uma versão de GTA no faroeste”, o jogo em nenhum momento dá motivos para merecer esta alcunha. Como semelhanças podem existir o mundo aberto, dilemas morais e uma amplitude de possibilidades por parte do jogador, contudo a forma como ambos utilizam esses recursos é diametralmente oposta. Enquanto em GTA a própria dinâmica do jogo comporta poucas consequências para suas ações, além de uma perseguição pela polícia que jamais traz efeitos drásticos (característica que dentro do universo do jogo comporta um estudo social interessante a respeito dos limites da natureza humana), em Red Dead Redemption a liberdade é permeada com um senso próprio de responsabilidade, de modo que, caso seja optado por efetuar condutas desonrosas, em pouco tempo ocorrerá um boicote da população (dificultando o acesso a lojas, por exemplo) e as condutas de boa natureza são recompensados pelo reconhecimento social (gerando efeitos positivos, como uma remuneração maior pelos trabalhos executados).

Red Dead Redemption se passa no momento de declínio do Velho Oeste, com as antigas instituições sociais sendo aos poucos substituídas pelo forte conluio entre a figura do Estado e as corporações nos papeis de urbanizar e industrializar a região com vistas a trazer uma ideia de modernidade. Este conflito entre o Velho e o Novo Oeste é sentido durante toda a narrativa, de forma que muitas vezes a modernização traz conseqüências negativas, não sendo por acaso que a cidade mais industrializada do jogo é a mesma em que as estruturas de opressão estatal se localizam.

Filosofia da Liberdade

O jogo é protagonizado por John Marston, um ex-criminoso que, após ter renunciado desta vida, tem sua família capturada por agentes do Bureau of Investigation (predecessor do FBI) e é forçado  pelo agente Edgar Ross a trabalhar com estes para capturar membros de sua antiga gangue. O primeiro ponto importante já se encontra nesta breve sinopse, ao colocar o governo como aquele que constrange a liberdade de Marston e sua família de uma maneira que afronta toda a legalidade a qual os órgão públicos deveriam em tese se amparar. Conforme o jogador vai avançando na história, começa a ficar cada vez mais cético sobre a possibilidade de conseguir ver o reencontro familiar, ao se perceber que as intenções e métodos de Ross são, no mínimo, duvidosa. Não sendo surpreendente (e não leia o restante do parágrafo caso não tenha jogado o jogo inteiro) que mesmo no momento em que John finalmente consegue ter o que tanto almejava, é tramada uma armadilha com o fim de o executar.

A intervenção do Bureau of Investigation se contorna de ilegalidade por dois aspectos. O primeiro deles é o simples fato de que em nenhum momento são apontados fatos que possam incriminar Marston de qualquer crime, de forma que se restringe a liberdade do protagonista pelo simples fato de ser público e notório que ele já tinha praticado crimes no passado, esquecendo-se que a garantia para o abuso estatal é o de que seu poder punitivo (caso se compreenda que ele é necessário) deve estar estritamente amparado no procedimento descrito em lei: punir determinado infrator por um crime específico previamente estabelecido, com base em provas de este o ter cometido e por meio do devido processo legal. O outro fator importante é que, mesmo em se pensando que existia um direito estatal de punir Marston, de forma alguma poderia ser excedido para a figura de sua esposa e filha, os quais sofreram sanções estatais sem terem praticado delito algum.

Essa repulsa à repressão governamental é melhor caracterizada no arco em que Marston se dirige ao México, onde a corrupção e ineficiência governamental se encontram de forma mais elevada do que nos Estados Unidos, fazendo com que Marston, para atingir seus objetivos, precise se aliar com os revolucionários. É através dos diálogos entre o protagonista e o Abraham Reyes (líder da revolução) que se pode ver o quanto a população não se enxerga representada através de seus representantes. Por outro lado, as intenções de Reyes são demonstradas como puramente populistas e este, por trás de sua fala altruísta, sempre consegue fazer com que os demais revolucionários se sacrifiquem por ele e, em certos diálogos, expõe simpatia por ideias eugênicas. A natureza do personagem se torna óbvia, portanto, ao final do jogo quando se descobre que Reyes assumiu o poder e se tornou um político com a mesma índole perversa de seus antecessores, demonstrando que a mudança social não deve ser focado em projetos personalistas, mas através da limitação do poder.

Red Dead Redemption
Red Dead Redemption

Não é apenas na crítica à atividade estatal que Red Dead Redemption acerta, conseguindo também promover debates sobre o papel da mulher na sociedade ao traçar personagens femininas de natureza forte em um gênero que muitas vezes é acusado, com certa dose de razão, em ser focado primordialmente nos personagens masculinos. As personagens do sexo feminino se mostram não como figuras frágeis e que precisam de proteção, mas que conseguem livremente viver suas vidas e se igualam aos homens na sua aptidão para enfrentarem o perigo e superarem as adversidades. O melhor exemplo dessas personagens é Bonnie MacFarlane, a qual se torna a responsável pelos negócios de sua família e, mesmo em determinados momentos mostrando um flerte com John, não se incomoda de fugir os estereótipos da época ao se mostrar uma mulher bem resolvidas apesar de, durante a quase totalidade do jogo, não ter casado ou constituído família.

Red Dead Redemption consegue, ao mesmo tempo que traz uma nostalgia em relação aos bons filmes de Velho Oeste, trazer uma mensagem política madura e que faz o jogador se questionar sobre o papel das instituições políticas e da liberdade individual ao mesmo tempo em que consegue funcionar como uma boa forma de entretenimento. Afinal, são poucas as possibilidades em que se pode aliar a mensagem da liberdade com uma boa dose de tiroteios e perseguições.

5 Medidas do Governo que aumentam a concentração de Renda.

Liberalismo economico
Liberalismo economico

Criado ainda durante o regime militar, pelos economistas Roberto Campos e Reis Veloso, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, IPEA (originalmente criado como EPEA), tem se notabilizado na mídia, como uma instituição visceralmente ligada ao governo federal, suas funções originais de apoiar a elaboração de políticas públicas, parece ter sido substituída por uma tarefa ainda mais urgente, e de interesse duvidoso: Chancelar as políticas públicas vigentes.

Partiu do IPEA, por exemplo, a constatação de que o setor público é mais eficiente do que o setor privado, baseado no fato de a remuneração do primeiro, ser algumas vezes superior a do segundo,  além da constatação de que o Bolsa família não apenas transfere renda, como é um multiplicador fantástico do PIB, onde para cada R$1 investidos no programa, temos R$1,78 em crescimento no PIB. Outros casos mais sérios como a pesquisa que afirmava que 65% dos brasileiros apoiam o estupro contra mulheres que utilizam roupas mostrando parte do corpo geraram debates nacionais, para logo em seguida ser corrigida pela própria instituição (que afirmou ser 26% o valor correto, igualmente absurdo, mas demonstrando um erro grosseiro da instituição).

Tal caráter político, que atingiu seu auge com o professor da Unicamp e ex-presidente do IPEA Marcio Pochman, contrasta com a história de isenção da instituição, conhecida por ter abrigado em pleno regime militar, economistas com viés marxista oriundos da Universidade de Campinas, além de inúmeros pesquisadores que apresentaram ao longo do tempo, constatações como a realizada pelo economista americano Albert Fishlow que em pleno milagre econômico do governo Geisel (1972), publicou internacionalmente um artigo constatando os perigoso da concentração excessiva de renda criada pela política de “primeiro fazer o bolo crescer, para em seguida dividi-lo”, idealizada por Delfim Neto.

Mais recentemente o mesmo IPEA, mas sob nova presidência, desmentiu os dados de redução da miséria apresentados pelo governo, que alegava ter reduzido o número de miseráveis em 24 milhões de pessoas acima do dado correto. Em outra ocasião, o instituto foi forçado pelo governo a segurar dados que apontavam um aumento da miséria, até então inédito no governo petista, que deveria ter sido publico em outubro de 2014, período eleitoral portanto.

Poucos são os artigos críticos que de fato atingem algum destaque na mídia, entre eles o estudo dos economistas Marcelo Medeiros e Pedro Souza, que aponta as causas da desigualdade de renda no país, para concluir, ser o governo um dos principais responsáveis por tal feito. Segundo o estudo publicado por ambos, o governo é responsável por 1/3 da desigualdade de renda, dado que estampou manchetes em veículos diversos, o que o estudo revela e as manchetes esquecem entretanto, é a constatação de que este percentual é bastante superior ao setor privado quando olhamos para a participação de cada um na economia, sendo o governo proporcionalmente maior causador de concentração de renda que o setor privado.

Somam-se a estas conclusões, inúmeros trabalhos de teóricos liberais, das mais variadas vertentes, que se dedicam a explicar de que forma o estado age em favor do aumento das desigualdades, como é o caso dos teóricas da “Teoria da Escolha Pública” ou da “Teoria da captura”, que explica a tomada do estado por membros de corporações privadas.

Nas palavras dos dois economistas do IPEA “O Estado não é uma instituição completamente autônoma, e suas ações, em parte, refletem conflitos distributivos preexistentes; consequentemente, em vez de reduzir desigualdades, o Estado pode, na verdade, aumentá-las”. Seguem portanto algumas das conclusões do estudo, e outras já bastantes conhecidas do meio liberal, sobre os fatores que levam o estado a ser um agente da desigualdade de renda:

1 – Remuneração do funcionalismo público

A análise elaborada pelos economistas do IPEA demonstra uma peculiaridade do salário no setor público brasileiro em relação aos demais países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – (OCDE), a distância entre as remunerações do setor privado e do setor público para cargos de mesma função, costumam atingir níveis maiores no Brasil, fazendo com que o setor público, responsável por cerca de 11,6% da força de trabalho empregada no país, responda por 19% da renda, ainda que se considere como ligados ao setor privado, executivos de multinacionais, bancos e outras empresas, que comumente apresentam uma remuneração bastante acima da média.

Não raro encontramos casos de salários no congresso ou nas câmaras de vereadores pouco situados na realidade da maioria dos brasileiros, casos de motoristas e garçons que recebem R$13 mil mensais no Distrito Federal, ou ainda os mais de 700 copeiros do senado com remuneração superior a R$3 mil mensais. Casos como este não são um padrão, entretanto, como aponta o estudo, o governo em geral atrai pessoas com maior qualificação, e para cargos com similares na iniciativa privada, remunera melhor, porém, quando refere-se a cargos executivos nas mais de 120 estatais brasileiras, a remuneração oferecida muitas vezes passa longe dos executivos do setor privado, conforme aponta o estudo.

É de cerca de 24% portanto, a participação dos salários públicos na desigualdade de renda do país, que como não raro costumamos ser lembrados, é o Oitavo país mais desigual do mundo.

2 – Previdência Pública

O pouco conhecido, mas não menos perverso, viés corporativista da previdência pública brasileira, corresponde por cerca de 21% da desigualdade de renda no país, número expressivo dado o caráter restrito da aposentadoria pública.

Respondendo por cerca de 4% dos beneficiários, os funcionários públicos aposentados e pensionistas, são responsáveis por cerca de 20% dos gastos com previdência no país, ou em números mais claros, os cerca de 935 mil funcionários públicos aposentados e pensionistas geram um déficit anual de R$ 62 bilhões, contra um déficit previdenciário de R$ 35 bilhões ocasionado pelos 28 milhões de aposentados do INSS, isto restringindo-nos ao setor público federal.

Em casos mais alarmantes, como o do estado do Rio Grande do Sul, onde os funcionários aposentados são tão numerosos quanto os funcionários na ativa, o estado chega a despender mais recursos com pensões e aposentadorias do que gasta com educação e saúde somados. Este custo em boa parte decorre do fato de que até bem pouco atrás, funcionários públicos do estado não eram obrigados a pagar contribuição previdenciária.

Ao todo, 4% da população brasileira vive em domicílios com presença de algum beneficiário de aposentadoria do setor público, que somados, respondem por 6% da renda dos domicílios brasileiros, nenhum outro fator de renda portanto, gera proporcionalmente, maior contribuição para a desigualdade no país.

3 – Sistema tributário.

Focado essencialmente em tributação indireta incidente sobre o consumo, o sistema tributário brasileiro é um dos principais responsáveis pela má distribuição de renda no país, na medida em que o Brasil é também um dos países com maior gasto público em relação ao PIB no mundo, cerca de 40% do PIB, bastante acima de países em igual situação de Desenvolvimento Humano.

Segundo um estudo apresentado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, cerca de 53,8% da arrecadação tributária brasileira é paga por trabalhadores com até 3 salários mínimos, o que quando tomamos por base outro estudo, desta vez realizado pela Firjan, que aponta que cerca de 1 em cada 4 brasileiros desconhecem o fato de que pagam impostos, demonstra que a ignorância econômica e financeira, é um grande entrave para que a população entenda de fato a origem de todos os “direitos” concedidos pelo estado.

Ainda segundo o mesmo IBPT,  no Brasil, os setores de educação e saúde, dois bens e serviços que poderiam ser atribuídos como “direitos” por boa parte da população, são taxados em níveis acima das instituições financeiras, fazendo com que o mesmo estado que taxa para ofertar tais serviços, impeça o seu acesso pela população, restringindo a educação no país, o mais relevante fator de mobilidade social moderno.

Estima-se que 10% das famílias mais pobres do Brasil destinam 32% da renda disponível para o pagamento de tributos, enquanto 10% das famílias mais ricas gastam 21% da renda em tributos. A situação entretanto, parece pouco afetar aqueles que se atribuem o papel de defesa da população mais pobre, os políticos, casos raros de defesa do sistema de reforma tributária sugerem alternativas como: Fim da restituição no imposto de renda para gastos com educação (Proposta do ex-senador Cristovam Buarque), ou ainda o imposto sobre grandes fortunas (Uma das principais bandeiras do PSOL na ultima eleição presidencial), em ambos os casos, essencialmente focados em ampliar a renda do estado, e com pouca ou nenhuma atenção ao peso dos tributos na renda dos mais pobres.

4 – Educação superior pública, gratuita e restrita.

O caráter restritivo no qual a educação pública brasileira se baseia, é uma construção de décadas, não podendo ser erroneamente confundido com uma política deliberada de governos específicos, entretanto, a pouca disposição a mudanças é traço comum a todos os governos, e sua crença de que o problema encontra-se no número limitado de vagas, e não no modelo em si, é um dos responsáveis por manter o setor estático.

A escolha de caráter duvidoso do governo federal de apoiar o ensino superior, em detrimento do ensino básico, é responsável por boa parte das distorções do setor, comparando-se com países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil é o país com maior diferença entre gastos no ensino superior e no ensino fundamental. O país gasta com o ensino superior 93% de seu PIB per capita, por aluno, enquanto no ensino fundamental, o número atinge 23%. Em relação a outros países em situação similar, como México e Chile, gastamos ainda um percentual maior do nosso PIB com educação, cerca de 5,6%, contra 5,2% e 4,5% respectivamente, gastamos mais e pior.

Segundo estudo apresentado pelo IBGE, cerca de 59,9% dos estudantes de universidades federais encontram-se entre os 20% mais ricos da população brasileira, e mais de 2/3 deles são oriundos de escolas particulares. Em suma, o ensino superior brasileiro apresenta um caráter restritivo, apenas 11% da população em idade ativa possui ensino superior, contra 31% do mínimo recomendado pela OCDE, e este percentual pequeno, ainda concentra-se nas camadas com maior renda da população. Considerando que o setor público é responsável por menos de 1/3 das vagas na educação do ensino superior, entrar em uma universidade pública e receber uma educação subsidiada, equivale a uma chance menor do que 1% se você for oriundo de escolas públicas. Por outro lado, sendo você um dos 9,5% da população brasileira que estuda em escolas particulares, terá na média, chances de 15% de entrar em uma universidade pública.

Quando observamos a situação em cursos distintos, vemos que os percentuais maiores de alunos com renda familiar de até 3 salários mínimos que frequentam o ensino superior público, situa-se no curso de letras, e o menor, no curso de engenharia.

5 – Subsídios

A histórica dificuldade do Brasil em formar poupança e investimentos, decorrente em boa parte da instabilidade política e econômica do país que trocou de moeda inúmeras vezes ao longo do século XX, além de um confisco na poupança e 10 moratórias na dívida externa ao longo do mesmo século, é base de uma crença na necessidade do estado como indutor do crescimento econômico nacional, crença que em maior ou menor intensidade sobrevive no país desde o getulismo dos anos 30. Tal crença, de que o estado deve agir para garantir investimentos, levou a criação de um banco específico no país a atuar nesta área, garantindo subsídios e prazos confortáveis para o setor privado florescer no país. O BNDES foi criado ainda na década de 50 pelo segundo governo Vargas, e mantido por todos os governos que se seguiram, como também foram mantidas as contas públicas em constante desordem, a alta inflação e outras tradições nacionais

Nenhum governo entretanto, nem mesmo os militares com seu lema de “fazer o bolo crescer para só depois dividi-lo”, deu tanto poder ao banco de fomento como o fez o governo Lula. Na era Lula, o BNDES inicialmente foi comandado por Guido Mantega, que deixou o banco para assumir o Ministério da Fazenda, enquanto Luciano Coutinho, ex-professor da Unicamp e um dos formuladores da antiga Lei da Informática, assumiu a presidência do banco.

Sob o comando de ambos, o BNDES recebeu aportes bilionários por parte do tesouro nacional, destinados a elevar o investimento na economia brasileira, saltando de R$ 9,9 bilhões — 0,4% do PIB — para R$ 414 bilhões — 8,4% do PIB – em um período de 7 anos.

Para emprestar o dinheiro ao banco, o governo federal capta recursos por meio de emissão de dívidas, pagando juros muitas vezes superiores a 13% ao ano, o banco por sua vez, repassa os empréstimos a um custo menor do que 6% ao ano, criando uma diferença que se pode chamar de subsídio ou simplesmente “Bolsa empresário”.

Não bastasse favorecer diretamente empresários com recursos pagos pela população como um todo, o banco declara que mais de 70% de seus empréstimos destinam-se a grandes empresas, com faturamento superior a R$300 milhões anuais. Segundo estima o Tribunal de contas da União, tal prática resultou em um subsídio de R$111,5 bilhões entre 2009 e 2015 (a prática continua em vigência).

Não são raros os casos de prejuízos do banco em apostas arriscadas, como os financiamentos superiores a R$10 bilhões ao Grupo X de Eike Batista, ou a aposta em frigoríficos como o Bertin e o Marfrig, que para evitar falência foram levados pelo banco a uma fusão com o frigorífico JBS, um dos maiores beneficiários da política de subsídios, como também o maior doador de campanhas eleitorais do país.

Não raro economistas liberais mencionam a tendência do setor privado de coligar-se com o setor público, em casos mais famosos como a crise de 2008 nos Estados Unidos, é possível ver com clareza esta conexão, pois o secretário do Tesouro americano no ano da crise, era ninguém menos do que o ex-presidente de um dos principais bancos envolvidos nos empréstimos subprime (Henry Paulson deixou o Goldman Sachs em 2006). No Brasil há casos pouco conhecidos, mas que expressam simbiose semelhante, quando na ocasião da falência do grupo X de Eike Batista, os ministros Guido Mantega e Fernando Pimentel, dedicaram-se pessoalmente a levar para o porto de Eike no RJ, um estaleiro de Singapura que estava sendo construído no estado do Espírito Santo, caso denunciado pelos próprios singapurianos e levado a mídia pelo governador do estado do ES. No meio liberal, estas características são conhecidas como “rente seekers”, ou “caçadores de renda”.

Inúmeras outras ações deliberadas pelo governo contribuem para formar ou garantir a continuidade da concentração de renda, como o acesso desigual a justiça, direitos de propriedade vagos ou nulos, concessão de monopólios, de patentes e direitos autorais etc, enumerar todos é uma tarefa quase impossível, pois convém lembrar, o estado está intrinsecamente ligado ao restante da economia, não sendo uma entidade a parte que apenas arbitra interesses do setor privado.

Não se pode contudo considerar que toda desigualdade tenha um caráter eminentemente negativo, como mencionou certa vez Margaret Thatcher, a busca pela igualdade de alguns, leva constantemente a igualdade na pobreza. A desigualdade é um problema contudo, quando é uma forma de barrar a mobilidade social e a busca pela auto realização que sustenta as inovações e o desenvolvimento humano. Quando um grupo age de forma coercitiva a impedir o crescimento alheio e sustentar seus privilégios, não há ganho algum para a sociedade, entretanto quando determinada pessoa provê determinado bem ou serviço que beneficia a sociedade, é natural seja reconhecido e recompensado pelo seu impacto.